Em 2012, escrevi um romance policial que se passa na Salvador contemporânea, com muita influência do barroco, da literatura italiana e da cultura POP. Descobri hoje que o livro ficou entre os pré-selecionados no Prêmio SESC 2015, concorrendo com outros 1078 romances (!!!). Não é uma menção honrosa, nem uma lista que chama a atenção (ninguém vai cavocá-la atrás do que publicar), mas ser pré-selecionado com uma concorrência dessas no final das contas me deixou bem feliz.

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12 pensamentos sobre “

  1. Rapaz, não foi nada planejado, mas na época li Lampedusa, Pirandello, Eco, Calvino, além de A Cartuxa de Parma (o romance italiano de Stendhal) e do latino As Metamorfoses de Ovídio.

  2. Eu fui ver minha prateleira de italianos e fiquei um tanto triste, tenho pouca coisa, eu tenho que remediar logo isso, mas ultimamente tenho comprado autores de língua alemã.

  3. Tiago, acho que o único autor alemão que li bem foi Sebald. Li alguns Bernhard, Kafka, Goethe, e tenho uns Mann e Grass, mas pouca coisa. Ah, esse ano ainda quero ler mais uns três de Canetti.
    Você tem comprado o que aí?

  4. Eu comprei os quatro do Bernhard que estavam disponíveis, mais quatro do Canetti, Broch e Chamisso, esses foram os que eu comprei recentemente, mas eu tenho uns Manns, Kafka, Goethe, Hesse, Musil e alguns filósofos daquela coleção “pensadores” da abril cultural, e ainda to querendo comprar mais livros do Canetti(massa e poder, céu sobre bombas,sobre a morte e sobre os escritores), Hesse(Siddartha e Damian), Böll, Walser, Heirich Mann e Kafka.

  5. Bela lista. Eu tenho Chamisso também, o Peter Shlemihl, mas nunca li. E quero muito ler Broch, ainda mais depois de conhecer os ensaios de Kundera. Eu quero agora conhecer a literatura holandesa.

  6. A coisa mais próxima de literatura holandesa que li foi a “ética” de Spinoza, o Chamisso é bem simples o estilo dele, é um livro que se eu tivesse lido quando criança ou adolescente eu teria gostado mais.

  7. Eu nunca li nada holandês que eu me lembre. Tenho alguns Nooteboom, e acabei de comprar O Reino Proibido, de Slauerhoff. Mas li umas coisas sobre ela esses dias, e quero saber mais. Vão lançar um pela Cosac esse mês, e uma antologia de contos pela Hedra não sei quando. Saiu recentemente O Jantar, de Hermann Koch, pelo qual me interessei.

    Milton Ribeiro adora Chamisso.

  8. Fiquei interessado por essa coletânea da Hedra, estou bem interessado no de “contos húngaros”, no Tchapek, e no Xavier de Maistre, eu reparei que o catálogo deles é impressionante, sem falar que os preços são módicos, mas eu nunca comprei nada deles então nem sei se os dados técnicos são bons, você tem ideia se é bem produzido ?

  9. Sim, conheço a coleção de bolso. São bonitas e bem editadas, com informações inclusive sobre os tradutores (que são sempre bons), e ótimas introduções. Quero essa de Contos Húngaros. Adorei o Gyula Krúdy da Cosac e fiquei interessado. Paulo Rónai tem uns ensaios sobre maravilhosos livros húngaros jamais lançados por aqui.

    De Tchapek, me falaram bem de A Guerra das Salamandras. Dos tchecos, recomendo fortemente os livros de Bohumil Hrabal e o filme Trens Estreitamente Vigiados, baseado em livro dele.

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