Revistas: Serrote 34 + Barril 21

Semana passada saiu uma tradução minha do divertidíssimo ensaio “Uma apologia dos ociosos”, de Robert Louis Stevenson, na edição 34 da revista Serrote, minha publicação favorita. Vale a pena.

Após uma pausa de dois anos, saiu também a edição 21 da revista Barril, na qual sou editor de literatura, e onde já publiquei alguns ensaios e traduções. Tudo vale a pena.

Trecho que traduzi de Finnegans Wake

Shize? I should shee! Macool, Macool, orra whyi deed ye diie? of a trying thirstay mournin? Sobs they sighdid at Fillagain’s chrissormiss wake, all the hoolivans of the nation, prostrated in their consternation and their duodisimally profusive plethora of ululation. There was plumbs and grumes and cheriffs and citherers and raiders and cinemen too. And the all gianed in with the shoutmost shoviality. Agog and magog and the round of them agrog.

Oushem! Tum visse? Macool, Macool, cê morreu porra quê? por quintentar abstemanhã? Lamentuniaram no faltalino velório de Fillaganho, todos os barbagundos da nação, prostrados em sua consternação e sua pletora de ululação duodizimalmente profusa. Tinha canhadores e garçãos e poliças e cifrarristas e escriratas e filécinos também. E todos se muntaram com clamaiorosa jovibilidade. Agoga em roda se agrogavam a mogar.

Sobre a batida no portão em Macbeth – Thomas de Quincey

Fiz uma mini-publicação de um ensaio de Thomas De Quincey que acabei de traduzir, porque fiquei bastante feliz que finalmente entreguei a versão final de minha dissertação (em que traduzi um punhado de ensaios de autores diversos). Penei e não consegui incorporar o Issuu ao WordPress. Fazer o que? Lá vai o link assim mesmo.

dequincey