Trecho que traduzi de Finnegans Wake

Shize? I should shee! Macool, Macool, orra whyi deed ye diie? of a trying thirstay mournin? Sobs they sighdid at Fillagain’s chrissormiss wake, all the hoolivans of the nation, prostrated in their consternation and their duodisimally profusive plethora of ululation. There was plumbs and grumes and cheriffs and citherers and raiders and cinemen too. And the all gianed in with the shoutmost shoviality. Agog and magog and the round of them agrog.

Oushem! Tum visse? Macool, Macool, cê morreu porra quê? por quintentar abstemanhã? Lamentuniaram no faltalino velório de Fillaganho, todos os barbagundos da nação, prostrados em sua consternação e sua pletora de ululação duodizimalmente profusa. Tinha canhadores e garçãos e poliças e cifrarristas e escriratas e filécinos também. E todos se muntaram com clamaiorosa jovibilidade. Agoga em roda se agrogavam a mogar.

A Morte da Mariposa – Virginia Woolf

No último mês traduzi um ensaio curto de Thomas De Quincey que foi muito bem recebido. Decidi então continuar. Este mês venho com A Morte da Mariposa, magnífico texto póstumo de Virginia Woolf, sobre a fragilidade da vida. Mês que vem, a depender de minha disposição, pretendo aparecer com algo de Charles Lamb.

mariposa

Sobre a batida no portão em Macbeth – Thomas de Quincey

Fiz uma mini-publicação de um ensaio de Thomas De Quincey que acabei de traduzir, porque fiquei bastante feliz que finalmente entreguei a versão final de minha dissertação (em que traduzi um punhado de ensaios de autores diversos). Penei e não consegui incorporar o Issuu ao WordPress. Fazer o que? Lá vai o link assim mesmo.

dequincey